Síndrome de Mioclonianoturna
Os movimentos desta síndrome repetem-se com uma frequência que varia entre quatro e noventa segundos, podendo ocasionar despertares breves ou mesmo prolongados, além de fazer com que a pessoa acorde com a sensação de estar caindo.
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Síndrome das Pernas Inquietas em Brasília

A síndrome de mioclonianoturna, conhecida popularmente como síndrome das pernas inquietas, ocorre durante a passagem do estado de vigília ao sono afetando principalmente os membros inferiores.
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Enquanto dormimos, nosso organismo permanece com algumas atividades fisiológicas que visam restabelecer plenamente nossas capacidades físicas e psicológicas. Com uma boa noite de sono o corpo se recupera da rotina diurna, preparando-se para o dia seguinte. O sono é dividido em ciclos que duram individualmente, cerca de 90 minutos. Cada ciclo é composto de estágios que, por sua vez, são responsáveis por funções biológicas específicas.

Como o sono cumpre uma importante função reparadora, seus distúrbios costumam ser extremamente desgastantes e podem gerar consequências graves, principalmente no que diz respeito à qualidade de vida. Um desses distúrbios do sono é a

síndrome de mioclonia

noturna, doença crônica que acomete 15% da população adulta, segundo dados coletados pela Associação Brasileira do Sono.

Mioclonias são movimentos corporais involuntários e incontroláveis, causados por contrações musculares abruptas (de um músculo só ou de um grupo). A síndrome de mioclonianoturna, conhecida popularmente como síndrome das pernas inquietas, ocorre durante a passagem do estado de vigília ao sono afetando principalmente os membros inferiores.

Os movimentos repetem-se com uma frequência que varia entre quatro e noventa segundos, podendo ocasionar despertares breves ou mesmo prolongados, além de fazer com que a pessoa acorde com a sensação de estar caindo. As consequências da dificuldade em repetir os ciclos reparadores do sono podem vir em forma de sonolência diurna excessiva, fadiga, dificuldades de concentração, dores de cabeça, pequenos lapsos de memória, entre outros problemas que afetam a rotina.

A ocorrência da síndrome das pernas inquietas pode ter várias causas: lesão na cabeça ou na medula espinhal, reação a alguma infecção, falha renal ou hepática, envenenamento químico ou o uso de drogas, além de ser mais recorrente em idosos e em pacientes que sofram de anemia, esclerose múltipla, mal de Parkinson, mal de Alzheimer, insuficiência renal e hemodiálise. O uso de antidepressivos tricíclicos pode ainda ocasionar ou agravar o quadro, que também pode ocorrer após a retirada de drogas como barbitúricos e benzodiazepínicos.

A síndrome possui dois sintomas principais que facilitam o diagnóstico do

Médico para síndrome das pernas inquietas em Brasília

durante uma avaliação individual, são eles: sensações cutâneas desagradáveis nas pernas, entre o tornozelo e o joelho antes de cair no sono ou durante o dia seguinte, ocasionando uma grande vontade de movimentar as pernas (exercícios físicos e massagens aliviam os sintomas temporariamente); ocorrência de distúrbio dos movimentos periódicos dos membros que afeta cerca de 80% dos pacientes com mioclonia noturna (os sintomas são mais intensos em períodos de repouso e antes de dormir).

Alguns exames são eficientes no diagnóstico e aferição do nível de mioclonia noturna de cada paciente. Dentre os exames do sono, a polissonografia pode ser usada em casos em que dois distúrbios possam estar relacionados (apneia do sono e mioclonia, por exemplo). A polissonografia permite quantificar os movimentos periódicos do corpo, os microdespertares e ainda mostra as alterações que ocorrem na passagem do sono de ondas lentas para o sono REM.

Outro exame indicado é o teste de imobilização sugerida. Nele, o paciente é mantido imóvel no leito com as pernas completamente esticadas. Este método ocasiona sensações parestésicas e movimentos nos membros de 81% de pacientes com síndrome das pernas inquietas. Em seguida, é realizado registro eletroneuromiográfico do músculo tibial que também será utilizado na definição do diagnóstico.

A terapia com fármacos pode ser aplicada quando os sintomas são graves durante o dia ou interferem no sono noturno. Apesar de não existirem medicamentos específicos para o tratamento da síndrome das pernas inquietas, quatro classes de medicamentos podem ser usadas, mas apenas após a análise de médicos especialistas em Medicina do Sono.

A prática de exercícios físicos também é largamente indicada, já que atividades vigorosas são capazes de interferir nos níveis de dopamina, um neurotransmissor que, dentre outras funções, ativa as áreas cerebrais responsáveis pelo prazer, aumentando a sensação de calma e permitindo um sono menos agitado.

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tratamento para a síndrome das pernas inquietas

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